Foi parada no ponto de ônibus que avistei Lineu.
Com sua pele branca e barba por fazer.
E o colete bege com calças cargô no mesmo tom.
Ele desceu da porta traseira do ônibus, cruzou a minha linha de olhar e depois averiguou o conteúdo de sua pastinha preta de tecido bruto, enquanto ambos aguardávamos nossos respectivos ônibus.
Agradeço Lineu, esse estranho, por ter desfocado minha atenção de minha frustração vivida horas antes e ter me feito companhia naquela rua sombria mesmo sem saber.
23.08.2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Dia 23.08.2011 "O dia" ou de uma forma bem menos dramática, a minha volta ao blog.
Sentada na terceira fileira do ônibus no assento direito do corredor esquerdo pondero sobre o acontecido hoje em face de tudo mais que poderia ter ocorrido. E se são duas conjunçõeszinhas que separadas nada demais têm, mas basta serem associadas uma a outra nessa ordem e todas as nuvens cinza-chumbo da reflexão te cobrem e assombram como que num passe de mágica.
E nesse momento de reflexão eis que no horizonte algo me chama atenção e como se já não bastasse é o sinal luminoso doquetodomalmecausou aguando meus olhos que ainda procuram pelo melhor dos seres humanos sua condicão de humanidade, mas como pode se esperar isso de uma instituição, você pode me perguntar. Porque apesar disso ser sua "missão" em suas propagandas, por menos que você tenha vivido nesse planeta é sabido como algo do senso-comum, algo óbvio que eles daquilo nada têm.
Então, tomo isso como desabafo seguindo as sábias palavras de um esquecido pela nossa sociedade (a brasileira), o Mestre Paulo Coelho, " Lágrimas são palavras que aguardam o momento de serem ditas" e sigo minha viagem em direção a faculdade onde ainda coloco em prática minha filosofia de ser #GRATEFUL a tudo e a todos.
E nesse momento de reflexão eis que no horizonte algo me chama atenção e como se já não bastasse é o sinal luminoso doquetodomalmecausou aguando meus olhos que ainda procuram pelo melhor dos seres humanos sua condicão de humanidade, mas como pode se esperar isso de uma instituição, você pode me perguntar. Porque apesar disso ser sua "missão" em suas propagandas, por menos que você tenha vivido nesse planeta é sabido como algo do senso-comum, algo óbvio que eles daquilo nada têm.
Então, tomo isso como desabafo seguindo as sábias palavras de um esquecido pela nossa sociedade (a brasileira), o Mestre Paulo Coelho, " Lágrimas são palavras que aguardam o momento de serem ditas" e sigo minha viagem em direção a faculdade onde ainda coloco em prática minha filosofia de ser #GRATEFUL a tudo e a todos.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
INSIGHT
Deito-me em minha cama e encaro a parede. Forço-me a não pensar no FUTURO e sim, no presente momento. Afinal, o que estou fazendo deitada em minha cama, enquanto todos de minha família me chamam na sala...Mas, é mais forte do que eu, e, simplesmente, não consigo me mover.
Acredito que eu preciso mudar, que preciso me afastar daquilo que me mantêm segura e, viver uma aventura, fazer algo que nunca me dei a possibilidade nem de pensar...ME LIBERTAR!!! SAIR, sem despedidas, sem planos, sem pensamentos fervorosos sobre o que PODE acontecer... Só me levantar, colocar os pés no chão e me libertar desse mundo fantasioso que existe em minha cabeça...
Começo a me mexer, mas logo, algo me puxa de volta pra cama, para aquela posição fetal, para encarar aquela deformação, que em cada momento de minha vida vira um personagem diferente, em minha parede...
NÃO!!! - Meus pensamentos lutam com a força que meu corpo faz para me manter inerte...E, em segundos fixo meus pés no chão, forçosamente sem deixar espaço para o pensamento de voltar a posição original...E, assim, saio do mundo da fantasia, meio inebriada pela REALIDADE.
Não sei direito o que estou fazendo, mas continuo me deslocando, seguindo o fluxo humano, sem questionar...E então, sem saber como vim chegar aqui estou numa praia, uma que nunca vi antes...
Devagar, em frequência constante, escuto ondas batendo nas pedras da encosta. Pés afundam na areia. Para qualquer lugar que olhe, o horizonte é tudo que vejo. Meus ouvidos se aguçam para escutar qualquer som que não seja o mar, o vento, minha respiração e batimentos cardíacos, sem os encontrar. Estou sozinha em um lugar desconhecido, perdida.
Tento reavivar em minha mente como cheguei aqui: estava deitada em minha cama, lutei para sair, finquei o pés no chão e BRANCO...Não consigo lembrar...Espero ouvi um grito gutural que chega a vibrar todo o corpo e seu entorno saindo de minha boca, mas nada acontece...Não estou em pânico. Não aqui.
Essa paisagem é maravilhosa e representa, de certa forma, essa liberdade que tanto quis, portanto, me deixo levar mais uma vez e danço na areia, mergulho no mar, salto entre as rochas da encosta e, surpreendentemente, não congelo ou sinto nervosismo, ao pular dali no mar...
A água está gelada, o impacto foi muito forte, estou meio tonta, mas, posso dizer com certeza, que foi uma experiência incrível e quero repetí-la algum dia desses...
Saio da água e sigo em direção a rua, que também está vazia. Vou seguindo, pego minha mochila que misteriosamente aparece na areia, mas, nem ao menos, penso nisso.
Tem um carro parado no estacionamento da praia. Pensamentos como Você está nervosa? Você está com medo? Curiosa? surgem em minha mente e, como se alguma força magnética me puxasse, sigo em direção ao carro...Observo atentamente, mas não tem ninguém nem dentro e, muito menos próximo dele, além de mim. Ouço um tilintar vindo de trás e, logo em seguida, um baque próximo ao chão...Meu reflexo foi mais rápido do que o meu instinto, e já estou dentro do carro com a chave na ignição...Para onde eu vou? Isso, realmente, importa?
Escuto um burburinho muito baixo, deve ser interferência do rádio. Duas mãos vão deslizando por trás do assento do banco em direção ao meu pescoço e eu, começo a me debater e caio no chão.
Quando olho ao redor, estou no tapete do meu quarto, na posição fetal usual, encarando o teto. Não quero que isso aconteça, não pode ser verdade, aquilo foi tão esclarecedor, tão...
Não importa, ela está na minha mente. Não vai sair da minha cabeça. Descança, e, quando reflito, ela brilha.
Acredito que eu preciso mudar, que preciso me afastar daquilo que me mantêm segura e, viver uma aventura, fazer algo que nunca me dei a possibilidade nem de pensar...ME LIBERTAR!!! SAIR, sem despedidas, sem planos, sem pensamentos fervorosos sobre o que PODE acontecer... Só me levantar, colocar os pés no chão e me libertar desse mundo fantasioso que existe em minha cabeça...
Começo a me mexer, mas logo, algo me puxa de volta pra cama, para aquela posição fetal, para encarar aquela deformação, que em cada momento de minha vida vira um personagem diferente, em minha parede...
NÃO!!! - Meus pensamentos lutam com a força que meu corpo faz para me manter inerte...E, em segundos fixo meus pés no chão, forçosamente sem deixar espaço para o pensamento de voltar a posição original...E, assim, saio do mundo da fantasia, meio inebriada pela REALIDADE.
Não sei direito o que estou fazendo, mas continuo me deslocando, seguindo o fluxo humano, sem questionar...E então, sem saber como vim chegar aqui estou numa praia, uma que nunca vi antes...
Devagar, em frequência constante, escuto ondas batendo nas pedras da encosta. Pés afundam na areia. Para qualquer lugar que olhe, o horizonte é tudo que vejo. Meus ouvidos se aguçam para escutar qualquer som que não seja o mar, o vento, minha respiração e batimentos cardíacos, sem os encontrar. Estou sozinha em um lugar desconhecido, perdida.
Tento reavivar em minha mente como cheguei aqui: estava deitada em minha cama, lutei para sair, finquei o pés no chão e BRANCO...Não consigo lembrar...Espero ouvi um grito gutural que chega a vibrar todo o corpo e seu entorno saindo de minha boca, mas nada acontece...Não estou em pânico. Não aqui.
Essa paisagem é maravilhosa e representa, de certa forma, essa liberdade que tanto quis, portanto, me deixo levar mais uma vez e danço na areia, mergulho no mar, salto entre as rochas da encosta e, surpreendentemente, não congelo ou sinto nervosismo, ao pular dali no mar...
A água está gelada, o impacto foi muito forte, estou meio tonta, mas, posso dizer com certeza, que foi uma experiência incrível e quero repetí-la algum dia desses...
Saio da água e sigo em direção a rua, que também está vazia. Vou seguindo, pego minha mochila que misteriosamente aparece na areia, mas, nem ao menos, penso nisso.
Tem um carro parado no estacionamento da praia. Pensamentos como Você está nervosa? Você está com medo? Curiosa? surgem em minha mente e, como se alguma força magnética me puxasse, sigo em direção ao carro...Observo atentamente, mas não tem ninguém nem dentro e, muito menos próximo dele, além de mim. Ouço um tilintar vindo de trás e, logo em seguida, um baque próximo ao chão...Meu reflexo foi mais rápido do que o meu instinto, e já estou dentro do carro com a chave na ignição...Para onde eu vou? Isso, realmente, importa?
Escuto um burburinho muito baixo, deve ser interferência do rádio. Duas mãos vão deslizando por trás do assento do banco em direção ao meu pescoço e eu, começo a me debater e caio no chão.
Quando olho ao redor, estou no tapete do meu quarto, na posição fetal usual, encarando o teto. Não quero que isso aconteça, não pode ser verdade, aquilo foi tão esclarecedor, tão...
Não importa, ela está na minha mente. Não vai sair da minha cabeça. Descança, e, quando reflito, ela brilha.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
>> DESABAFO/PROTESTO <<
Eu, sinceramente, odeio essa afirmação de caracteres chata na hora de postar comentários...Às vezes, chego até a clicar naquela cadeira de rodas que tem do lado, pois não entendo a letra e não enxergo azul muito bem (aliás, porque TEM que ser azul?), mas a mulher só fica falando meia duzia de coisas sem sentido que não dá para entender e aí eu PENSO: Não sou normal, porque não consigo ler as letras e não sou deficiente, porque não consigo assimilar o que falam...Afinal, o que serei eu??? Um híbrido, talvez, de várias espécies...
Contudo, caro(A) leitor(A), me diga uma coisa: Para quê RAIOS isso serve, senão para me irritar, me fazer perder tempo e me fazer pensar que sou menos normal AINDA do que acreditava ser...
Perco até a vontade de comentar...algumas vezes...
Ok, desabafei!!!
PS: Mais alguém partilha disso???
PPS: Por favor, alguém clica na cadeira de rodas e me diz se entende alguma coisa???
PPPS: Nunca pensei postar sobre isso...lol
Contudo, caro(A) leitor(A), me diga uma coisa: Para quê RAIOS isso serve, senão para me irritar, me fazer perder tempo e me fazer pensar que sou menos normal AINDA do que acreditava ser...
Perco até a vontade de comentar...algumas vezes...
Ok, desabafei!!!
PS: Mais alguém partilha disso???
PPS: Por favor, alguém clica na cadeira de rodas e me diz se entende alguma coisa???
PPPS: Nunca pensei postar sobre isso...lol
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
>> #2 OU ACEITAÇÃO <<
Quando se faz uma lista das milhões de coisas que você já se prometeu e não cumpriu, caro(a) leitor(a), você finalmente repara que a muito o quê fazer, mesmo que sejam coisas aparentemente idiotas...E, quando essa lista fica no local aonde você passa a maior parte do seu tempo, é impossível fugir...(experiência própria). Portanto, tente!!!Pegue o primeiro pedaço de papel que achar e escreva todas as promessas que consegue lembrar ou faça novas, não deixe para depois, coloque-a em algum lugar que não tenha como você passar um dia sem ir, porque mesmo que adentre neste tapando a lateral do rosto para não ver, pelo menos você sabe que lá está a lista, e esta é a intenção.
Há seis dias atrás postei sobre promessas e posso dizer que dentre esses dias, pelo menos dois, adiei aquelas...Mas, acabou que tudo saiu no prazo determinado e...ainda tenho mais propostas para mim até o fim do ano...
Porque à partir do momento que vi/senti que não preciso ser perfeita em TUDO que faço, que tenho aceitar tudo como é, que não sou, nem, muito menos, tenho que ser melhor do que ninguém ou a melhor pessoa do mundo...Acho que me liberei para errar...para rabiscar...pular...me entregar...à VIDA!!!
Mas, continuo lutando contra isso, pois, só o tempo CURA!!!
PS: Post pequenooooooooo, acho que é o twitter que faz isso conosco.
PPS: Odeio quando o blogger perde minha atualização...
PPPS: Postagem cresceu, desconsidere o primeiro PostScript.
Há seis dias atrás postei sobre promessas e posso dizer que dentre esses dias, pelo menos dois, adiei aquelas...Mas, acabou que tudo saiu no prazo determinado e...ainda tenho mais propostas para mim até o fim do ano...
Porque à partir do momento que vi/senti que não preciso ser perfeita em TUDO que faço, que tenho aceitar tudo como é, que não sou, nem, muito menos, tenho que ser melhor do que ninguém ou a melhor pessoa do mundo...Acho que me liberei para errar...para rabiscar...pular...me entregar...à VIDA!!!
Mas, continuo lutando contra isso, pois, só o tempo CURA!!!
PS: Post pequenooooooooo, acho que é o twitter que faz isso conosco.
PPS: Odeio quando o blogger perde minha atualização...
PPPS: Postagem cresceu, desconsidere o primeiro PostScript.
>>PROMESSAS ou # 1<<
Vivemos nossas vidas fazendo mil promessas que não cumprimos, mentindo para nós mesmos...Eu mesma, prometi a uma amiga que postaria aqui, mas não o fiz.
Por quê será???, eu pergunto!!!
Há algo de oculto que nos faz dizer coisas sem nem, ao menos, sentirmos e, então, nos vemos deitados, novamente, naquela posição fetal, chorando, mirando o teto ou a parede na nossa frente sem reação. Fugindo de nós mesmos, nos culpando e apontando para as falhas e críticas dos outros ao nosso redor. Com medo de agirmos (certo ou errado), com medo do que os outros podem pensar (de nós), com medo (ou vergonha) de pedir ajuda, etc...
E continuamos prometendo, prometendo e prometendo...Mesmo sabendo que não iremos cumprir, mesmo sabendo que mentimos para nós mesmos...Porque achamos que, talvez, adiando as coisas, ninguém perceba que o que realmente estamos fazendo é mentir para nós mesmos e as pessoas que amamos, dessa forma, cada vez as decepcionamos mais...E nos achamos mais incapazes e ficamos mais infelizes...
Portanto, hoje, faço um trato comigo mesma tendo vocês, meus leitores, como testemunhas, de que não irei mais adiar aquilo que quero fazer...e serei FELIZ!!!
PS: Sei que resoluções de fim-de-ano NUNCA funcionam, porque na primeira segunda-feira do ano já nem lembramos mais o que prometemos...Para não cair nesse dia e ter terça-feira como o dia das lamentações, meu primeiro dia é HOJE!!!
Dia #1 é HOJE!!!
Indo desligar a internet e começar a fazer minhas coisas...
Por quê será???, eu pergunto!!!
Há algo de oculto que nos faz dizer coisas sem nem, ao menos, sentirmos e, então, nos vemos deitados, novamente, naquela posição fetal, chorando, mirando o teto ou a parede na nossa frente sem reação. Fugindo de nós mesmos, nos culpando e apontando para as falhas e críticas dos outros ao nosso redor. Com medo de agirmos (certo ou errado), com medo do que os outros podem pensar (de nós), com medo (ou vergonha) de pedir ajuda, etc...
E continuamos prometendo, prometendo e prometendo...Mesmo sabendo que não iremos cumprir, mesmo sabendo que mentimos para nós mesmos...Porque achamos que, talvez, adiando as coisas, ninguém perceba que o que realmente estamos fazendo é mentir para nós mesmos e as pessoas que amamos, dessa forma, cada vez as decepcionamos mais...E nos achamos mais incapazes e ficamos mais infelizes...
Portanto, hoje, faço um trato comigo mesma tendo vocês, meus leitores, como testemunhas, de que não irei mais adiar aquilo que quero fazer...e serei FELIZ!!!
PS: Sei que resoluções de fim-de-ano NUNCA funcionam, porque na primeira segunda-feira do ano já nem lembramos mais o que prometemos...Para não cair nesse dia e ter terça-feira como o dia das lamentações, meu primeiro dia é HOJE!!!
Dia #1 é HOJE!!!
Indo desligar a internet e começar a fazer minhas coisas...
sábado, 31 de outubro de 2009
>>O QUE VOCÊ QUER SER QUANDO VOCÊ CRESCER???<<
Porque temos que SEMPRE duvidar de nós mesmos, de nossa capacidade em qualquer que seja a situação. Mesmo quando tentamos, com VONTADE, fazer algo que não nos consideramos capazes de realizar, aquela vozinha interior cala todos os pensamentos positivos e DESISTIMOS sem, ao menos, argumentar.
Talvez ela realmente tenha razão, pois se não consiguimos nem acabar com ela, algo que com certeza é fruto de nossa imaginação, como poderíamos nós, então, ser capazes de fazer qualquer outra coisa.
Às vezes temos vontade de fugir, apesar de saber que isso não vai mudar nada, mas, pelo menos, estando longe das pessoas que amamos, não as decepcionaríamos com nossas decisões covardes.
Outro dia ouvi em algum lugar ou alguém me contou sobre como a criação atual dos pais em relação a seus filhos os estão estragando [não querendo colocar a culpa SÓ nos pais, muito pelo contrário, mas acho que tem um certo fundamento], pois quando perguntam o que eles querem para o futuro de seus flhos, eles dizem: "Quero que sejam felizes" em contraposição aos seus pais que diziam: "Quero que sejam Homens de bem"...Isso resulta no simples fato de que: as crianças atuais são tão mimadas que ficam em dúvida do que querem ser quando crescer ou, simplesmente, não crescem. E as antigas, tornaram-se Homens de bem.
Talvez esse seja o motivo de que cada vez que as pessoas de minha geração começam uma coisa e se empolgam nela logo bate aquele sentimento de já chega! ou não estou satisfeita! e mudam logo a resposta para a famosa pergunta: O que você quer ser quando crescer???
Desde cinco anos sempre soube o que queria, porém aos dezoito mudei COMPLETAMENTE de opinião...ou será que não...
Agora, começo a pensar que não sei o que quero de verdade... Talvez ser FELIZ!!!Mas, acho que aí é que está o problema...
Ou talvez, o simples fato de sempre que estou envolvida em algum projeto, eu duvido de mim mesma e de minhas habilidades pode estar me tornando alguém que nunca quis ser, porém que SOU!!!
Afinal, quem sou EU em contraposição de quem QUERO ser???
Será que eu sei a resposta para essa pergunta?
E você, sabe o que quer ser quando crescer???
PS: OK, post depressivo, porém post nevertheless...right???
Talvez ela realmente tenha razão, pois se não consiguimos nem acabar com ela, algo que com certeza é fruto de nossa imaginação, como poderíamos nós, então, ser capazes de fazer qualquer outra coisa.
Às vezes temos vontade de fugir, apesar de saber que isso não vai mudar nada, mas, pelo menos, estando longe das pessoas que amamos, não as decepcionaríamos com nossas decisões covardes.
Outro dia ouvi em algum lugar ou alguém me contou sobre como a criação atual dos pais em relação a seus filhos os estão estragando [não querendo colocar a culpa SÓ nos pais, muito pelo contrário, mas acho que tem um certo fundamento], pois quando perguntam o que eles querem para o futuro de seus flhos, eles dizem: "Quero que sejam felizes" em contraposição aos seus pais que diziam: "Quero que sejam Homens de bem"...Isso resulta no simples fato de que: as crianças atuais são tão mimadas que ficam em dúvida do que querem ser quando crescer ou, simplesmente, não crescem. E as antigas, tornaram-se Homens de bem.
Talvez esse seja o motivo de que cada vez que as pessoas de minha geração começam uma coisa e se empolgam nela logo bate aquele sentimento de já chega! ou não estou satisfeita! e mudam logo a resposta para a famosa pergunta: O que você quer ser quando crescer???
Desde cinco anos sempre soube o que queria, porém aos dezoito mudei COMPLETAMENTE de opinião...ou será que não...
Agora, começo a pensar que não sei o que quero de verdade... Talvez ser FELIZ!!!Mas, acho que aí é que está o problema...
Ou talvez, o simples fato de sempre que estou envolvida em algum projeto, eu duvido de mim mesma e de minhas habilidades pode estar me tornando alguém que nunca quis ser, porém que SOU!!!
Afinal, quem sou EU em contraposição de quem QUERO ser???
Será que eu sei a resposta para essa pergunta?
E você, sabe o que quer ser quando crescer???
PS: OK, post depressivo, porém post nevertheless...right???
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
>>DESVENTURAS EM SEQUÊNCIA<<
Ontem, meu dia já começou com uma mulher me dando um soco sem motivo algum dentro do ônibus no meu trajeto para a faculdade. Lá chegando tivemos que desenhar a mesma mesa novamente na aula (até o fim do período vou sonhar/ter pesadelos com essa mesa, além de é claro poder desenhá-la de olhos fechados).
Depois, tive que sair mais cedo da aula de Antropologia II logo na hora que tinha me empolgado para ir para o Festival.
Minha irmã queria assistir um filme, portanto fico esperando-a em frente a estação do metrô para irmos à Botafogo. Novidade??? Minha irmã perdeu a hora se arrumando e teve que pegar um táxi até a estação para me encontrar...Descobrimos que o VT só passa uma vez e perdemos mais tempo para comprar a minha passagem...Chegando em Botafogo corro para o Estação e adivinha???
Isso mesmo, os ingressos já estavam esgotados e nenhum amigo meu estava trabalhando naquele momento...DANG!!!
Decidimos então, aproveitar que estavamos em Botafogo ou melhor, não desperdiçar nossa longa (DES)aventura e seguimos para o Botafogo Praia Shopping. Até porque aquela vista tira o mau humor de qualquer um.
Comemos no McDonald´s (coisa que não faziamos há anos), procuramos algum filme para ver ou algo a fazer e é quando me lembro de que tenho vários materiais para comprar (faculdade)...
Ok, vamos para o Centro.
Descemos na Praça Tiradentes com a minha irmã convencida de que estamos na Carioca...lol
Vamos na Casa Cruz e compramos alguns props para mim, depois Uruguaiana para eu comprar minha armação NERD para a festa (só que minha irmã, como sempre, diz que fiquei horrível e me convence a não comprar---Mas, eu ainda vou sozinha lá) e ver um fone novo (que estava CAROOOOO) e like always comprar coisas para minha vó na Caçula. É quando o digníssimo (leia com sarcasmo) vendedor me dá um soco EXATAMENTE no mesmo lugar do meu rosto que a mulher do ônibus... Fico tonta e confusa...Mas, não deixo um cara engraçadimho (leia com sarcasmo)_[2] furar fila na minha frente. Quando saí da loja mal consiguia saber onde estova, minha irmã ficou preocupada e quase desistiu de sair com o PP...Mas, eu não deixo e vou cambaleando para o ponto...que eu na minha confusão achei que estava perto e, portanto andei da Presidente Vargas com a Rio Branco até a Central...tonta, com a cara amassada, os sentidos confusos, o dedo do pé quebrado e a auto-estima perdida.
Enfim, i HOPE i have better days...
...And, let´s all hope, better POSTS.
Depois, tive que sair mais cedo da aula de Antropologia II logo na hora que tinha me empolgado para ir para o Festival.
Minha irmã queria assistir um filme, portanto fico esperando-a em frente a estação do metrô para irmos à Botafogo. Novidade??? Minha irmã perdeu a hora se arrumando e teve que pegar um táxi até a estação para me encontrar...Descobrimos que o VT só passa uma vez e perdemos mais tempo para comprar a minha passagem...Chegando em Botafogo corro para o Estação e adivinha???
Isso mesmo, os ingressos já estavam esgotados e nenhum amigo meu estava trabalhando naquele momento...DANG!!!
Decidimos então, aproveitar que estavamos em Botafogo ou melhor, não desperdiçar nossa longa (DES)aventura e seguimos para o Botafogo Praia Shopping. Até porque aquela vista tira o mau humor de qualquer um.
Comemos no McDonald´s (coisa que não faziamos há anos), procuramos algum filme para ver ou algo a fazer e é quando me lembro de que tenho vários materiais para comprar (faculdade)...
Ok, vamos para o Centro.
Descemos na Praça Tiradentes com a minha irmã convencida de que estamos na Carioca...lol
Vamos na Casa Cruz e compramos alguns props para mim, depois Uruguaiana para eu comprar minha armação NERD para a festa (só que minha irmã, como sempre, diz que fiquei horrível e me convence a não comprar---Mas, eu ainda vou sozinha lá) e ver um fone novo (que estava CAROOOOO) e like always comprar coisas para minha vó na Caçula. É quando o digníssimo (leia com sarcasmo) vendedor me dá um soco EXATAMENTE no mesmo lugar do meu rosto que a mulher do ônibus... Fico tonta e confusa...Mas, não deixo um cara engraçadimho (leia com sarcasmo)_[2] furar fila na minha frente. Quando saí da loja mal consiguia saber onde estova, minha irmã ficou preocupada e quase desistiu de sair com o PP...Mas, eu não deixo e vou cambaleando para o ponto...que eu na minha confusão achei que estava perto e, portanto andei da Presidente Vargas com a Rio Branco até a Central...tonta, com a cara amassada, os sentidos confusos, o dedo do pé quebrado e a auto-estima perdida.
Enfim, i HOPE i have better days...
...And, let´s all hope, better POSTS.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
>>THIS IS A STORY OF BOY MEETS GIRL, BUT YOU SHOULD KNOW UP FRONT THIS IS NOT A LOVE STORY<<
Depois de quase dois meses vendo todos os meus amigos estrangeiros no twitter comentando sobre (500) days of Summer e como ele é perfeito descobri que ele ia passar no Festival do Rio com a presença do diretor Marc Webb.
Fui logo na estréia e em meio a coisas perdidas, números de telefones trocados, identidades confundidas e amigos achados...eu consegui entrar na sessão exatamente na hora que começou o filme...
Deitei no chão com a cabeça encostada na parede ao lado da porta do Odeon pela falta de capacidade de ficar em pé ou tentar procurar um lugar para sentar...Logo o filme prende meus olhos, meus ouvidos e todos os meus sentidos de uma forma como nunca antes havia conseguido e mergulho naquela história e por 95 minutos me perco no cute Tom e na bitch Summer...
Esse filme acaba com todos os clichês de comédia romântica, o que já é mostrado na primeira cena, uma tela preta aonde se lê:
The following is a work of fiction. Any resemblance to persons living or dead is purely coincidental.
Especially you Jenny Beckman.
Bitch.
E daí em diante a história vai evoluindo sendo contada por Tom...E entre uma trilha sonora bem indie que vai de The Smiths a Feist e tomadas super criativas com divisões de cena entre EXPECTATIVAS e REALIDADE o seu riso é garantido e seu envolvimento com os personagens também...Em (500) days of Summer cada um tira a sua história, pois é um filme que dependendo de seu backgraound você pode ver de formas diferentes (não é um filme pronto como as fórmulas mágicas das comédias românticas) e o que mais prova isso é que o esteriótipo de "dude" "machão" dos homens é quebrado, porque quem faz esse papel é a Summer e o Tom é aquela mulherzinha que acredita em almas gêmeas, etc e tal...Então, também não deixa de ser a "vingança" das mulheres.
Isso aliás pode ser exemplificado pelo seguinte diálogo do filme:
Tom: What happens when you fall in love?
Summer: You believe in that?
Tom: It's love, it's not Santa Claus.
Por falar em cada um tira sua história, na primeira vez que eu vi a platéia inteira rindo, eu MUITO mais obviamente, já na segunda no final uma mulher sozinha desembestou a chorar de soluçar (muita pena dela) #tenso. Coitada, deve ter acontecido isso com ela na vida real...
Tanta coisa para falar desse filme...que nem tem espaço...ou melhor, ninguém vai ler se eu escrever muito...lol...
Só mais uma coisa sobre a divisão entre EXPECTATIVASxREALIDADE, eu faço isso...MUITO...quase sempre...super me identifiquei. Prontofalei.
Agora vou deixar vocês com uma frase do Tom:
People don't realize this, but loneliness is underrated.
SO TRUE!!!
E uma do yearbook da Summer: "...color my life with chaos of trouble..."
Bem, acho que dá para ver a diferença entre eles, né???
Mas, logo no início o narrador tenta nos avisar assim como o título desse post também o faz.
PS: Podia passar uma eternidade falando desse filme aqui, mas não vou...Só quero dizer aos meus amigos de LA: Oh yeah, you güwres were right about it...Thanks!!!
PPS: Vou deixar o link de videoclipe que o Marc Webb fez para uma música da banda da Zooey (Summer) - She&Him - Why don´t you let me stay here? com ela e o Joseph...Muito engraçado:
http://www.youtube.com/watch?v=17KUOQOlt8E
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
>>JULIA AWAY WE GO JULIE<<
Como fez Julie durante sua trajetória no filme achei interessante postar no blog, não que tenha pretensão de torná-lo tão POP quanto o dela.
12:09 Depois de um loooongo período de indecisões peguei o metrô até Botafogo confiante de aquela ter sido minha última dúvida do dia, porém ao chegar na estação me deparo com um caminho e três bifurcações...12:35 decido por pegar a que diz Botafogo Praia Shopping porque por algum motivo confundi o Estação com o Artplex...E, portanto fui na direção oposta...Após muito andar, chego finalmente ao Espaço de Cinema às 12:55, ou seja, quase uma hora de filme já tinha passado e novamente me deparo com três bifurcações em meu caminho: Porta 1, 2 e 3...Me sinto como naqueles programas de tv onde se tem que decidir entre uma porta para ganhar o prêmio (ou não).Novidade, entrei na porta errada e fui parar num filme que parecia português...
Adentro a sala 2 à procura de meus amigos, o filme logo me chama atenção (com mais uma extraordinária atuação de Amy Adams fazendo escândalo no chão da cozinha) e achá-los ficou em segundo plano.
Minutos à seguir num fade out de Julie & Julia avistei Andrei, Marina e Victor e sentei-me ao lado deles.
O filme conta com transições magníficas, no entanto, simples e ingênuas (no melhor sentido da palavra). Julie & Julia narra ao mesmo tempo a história da vida de duas mulheres casadas Julie Powell e Julia Child , quando a comida entra em suas vidas, no caso da Julie através de Julia.
Já mencionei que como sempre Amy Adams estava brilhante e muito diferente de todos os seus outros personagens até hoje e, da Meryl Streep acho que nem preciso comentar. Ela é a deusa do cinema atual e foi bom vê-la novamente com a Amy, porém para aqueles que também gostaram da parceria delas em Doubt já aviso que não contracenam nesse. Meryl tem a capacidade de se transformar em qualquer pessoa, acredito que ela é um híbrido de humano e camaleão. Todos no elenco estão bem afinados o que se deve a inteligente direção.
Com tantas idas e vindas no tempo, o filme tinha tudo para se tornar confuso e cansativo, mas não é. Grande direção de Nora Ephron e edição de Richard Marks que souberam costurá-lo de forma a não deixar nada sobrando, nem nada faltando. Eu sou prova disso, pois entrei no meio do filme e consegui entender e me deliciar com toda a história. Afinal, é para isso que a indústria do entretenimento existe, para nos deliciar. E para citar Julie Powell, apesar de ela sempre dizer que é falta de respeito dizer isso ao comer, ela sempre faz. E eu também, inclusive durante o filme: "Yummy!!!"
Dica para quem for assistí-lo: Leve comida, porque dá muitaaaaaaa fome!!!
Bon Appetit!!!
_____________________________________________________________________________________
Saímos voados do Espaço de Cinema depois da pequena indecisão do Victor se ia ou não para o outro filme conosco. Fomos no Botafogo Praia Shopping e comemos nas LA e então, seguimos viagem para Gávea.
Um pequeno imprevisto aconteceu, mas logo foi resolvido pelo simpático gerente do cinema e entramos na sessão uns minutinhos atrasados e molhados de coca-cola da Marina. Ainda pegamos o trailler que nada mais foi do que a vinheta do Festival do Rio. E eu, finalmente vi o segundo filme que mais queria assistir do Festival do Rio...Away we go/Distante nós vamos do Sam Mendes.
Filme lindo que foge do clichê das comédias românticas contando a história de um casal que devido as circustâncias decide ir em busca do melhor lugar para criar seu bebê. Estrelado por Maya Rudolph (ex-SNL) e John Krasinski com estupendas participações de Maggie Gyllenhaal e Allison Janney como duas das amigas-mães perturbadas do casal. Essa história também é uma delícia de assistir e chega a um ponto que a Melanie Lynskey (Rose de Two and a half man) rouba a cena e arrepia meus pelos com sua capacidade de mesmo sendo uma atriz notória de comédia, arrasar no drama nos fazendo sentir o que ela está expressando e até esquecendo um pouco dos protagonistas do filme e de seu gênero (comédia).
Maggie Gyllenhaal ficou MARA como uma hippie muito hipócrita e engraçadérrima..."Namastê!!!Take out the stroller!!!!...No,Further away...Further...". Allison Janney está espetacular e faz dois dos momentos que vão ficar na sua cabeça..."Taylor, taylor, taylor...Taylor..."e "She´s young, but i already know she´s gonna be a lesbian...She looks like one"...lol
Maya e John tem uma química perfeita e finalmente tem a oportunidade de fazer um papel mais denso e se saíram muito bem nesse desafio. Todas essas ótimas atuações nos fazem lembrar o quão brilhante é o diretor Sam Mendes.
O final do filme é de uma beleza plástica e sentimental incrível. Recomendo a todos que tem um coração batendo.
PS: Medo, Chris Messina faz esses dois filmes...Parecia que ele estava nos perseguindo...lol
PPS: Ontem eu assisti (500) Days of Summer, o filme que eu mais queria ver no Festival do Rio...Depois faço um post só para ele, porque sim, esse filme merece mais de uma postagem o mencionando...
PPPS: Tô pensando em assistir Coco antes da Channel, alguém já viu??? Se sim, o que achou, vale a pena??? Se não, quer ir comigo???
sábado, 12 de setembro de 2009
>> A arte de "deixar pra lá"<<
Quando você decide ou (não) somente esquece de algo que quer muito... Um objetivo de sua vida, uma música que não consegue terminar, uma pessoa que só viu uma vez, mas não consegue esquecer...Quando todos esses impulsos cerebrais te deixam pensar em coisas mais práticas e importantes do dia-a-dia, aí sim, elas acontecem - como num passe de mágica...E, você se pergunta: Será que isso é verdade ou estou sonhando??? Coisas boas realmente acontecem com quem espera? Esperar é esquecer, nem que momentaneamente???
Bem, as respostas para essas perguntas eu não tenho. Porém, essa semana esse fenômeno aconteceu comigo (novamente) e diga-se de passagem, dessa vez, estou mais feliz do que intrigada com a situação...No entanto, como notei que estou um tanto relapsa com relação ao blog resolvi postar sobre essa ocasião.
Ok, para comprovar minha "teoria" a Marinex (www.caretavc.blogspot.com) não satisfeita em finalmente atualizar seu blog, postou no twitter quatro vezes seguidas no mesmo dia, será porque nós já tinhamos desistido de que isso acontecesse ou porque o passarinho do twitter finalmente a bicou e ela se apaixonou/viciou, huh???
Ou seja, se você quer que algo realmente aconteça, pare de pensar obssessivamente sobre isso e quando menos esperar BUM!!! o telefone toca, o twitter "updata", aquela mensagem chega, aquela pessoa diz o que vocÊ espera ouvir há séculos, etc...etc...etc...
PS:
Minha dica de hoje é: "Deixa pra láaaaaa!!!" como já dizia Cartola e diversas outras personalidades da música e da literatura brasileiras...
PPS:
Post-micro, quase um Post-it!!!lol...Inspiração para a foto do tópico...Ok, não consegui achar uma na web amanhã eu tiro e posto aqui.
Bem, as respostas para essas perguntas eu não tenho. Porém, essa semana esse fenômeno aconteceu comigo (novamente) e diga-se de passagem, dessa vez, estou mais feliz do que intrigada com a situação...No entanto, como notei que estou um tanto relapsa com relação ao blog resolvi postar sobre essa ocasião.
Ok, para comprovar minha "teoria" a Marinex (www.caretavc.blogspot.com) não satisfeita em finalmente atualizar seu blog, postou no twitter quatro vezes seguidas no mesmo dia, será porque nós já tinhamos desistido de que isso acontecesse ou porque o passarinho do twitter finalmente a bicou e ela se apaixonou/viciou, huh???
Ou seja, se você quer que algo realmente aconteça, pare de pensar obssessivamente sobre isso e quando menos esperar BUM!!! o telefone toca, o twitter "updata", aquela mensagem chega, aquela pessoa diz o que vocÊ espera ouvir há séculos, etc...etc...etc...
PS:
Minha dica de hoje é: "Deixa pra láaaaaa!!!" como já dizia Cartola e diversas outras personalidades da música e da literatura brasileiras...
PPS:
Post-micro, quase um Post-it!!!lol...Inspiração para a foto do tópico...Ok, não consegui achar uma na web amanhã eu tiro e posto aqui.
domingo, 6 de setembro de 2009
>>SUPERação<<
Tem um momento na sua vida que você tem que decidir se quer passá-la desenhando linhas ao seu redor ou se quer cruzá-las e, permitir-se ser FELIZ (em caixa alta mesmo)de uma vez por todas!!!
Não importa quanto medo se tenha de viver/ser, pois você já é algo, você já existe. Mesmo que não viva, pelo menos, não em todo o seu potencial. Portanto, desista de ficar pensando somente no futuro e mandando todas as suas expectativas e energia para "Neverland" e concentre-se no PRESENTE que essa palavra por si só já exala a alegria de receber este em seu aniversário ou qualquer outra ocasião especial. Deixe todos os dias, horas, minutos e segundos de sua vida serem esse dia ESPECIAL e receba esse presente de coração. Porque é isso que a vida deve ser para VOCÊ!!!
Não adie as coisas...Se você quer dizer algo à alguém, DIGA!!! Se quer experimentar algo novo, EXPERIMENTE!!! Até porque acho que é por isso que estamos aqui para experimentar e fazer parte de um experimento...Para sentir todas as sensações possíveis, sinestesicamente ou não. Para conhecermos pessoas e ajudá-las a enteder porque e para que estão aqui...E, para que elas também nos façam entender isso. Por isso, fique aberto as oportunidades e lembre-se de que a borboleta só vive APENAS um dia, mas é uma das coisas mais bonitas e felizes que conhecemos/admiramos em nossa existência. Porém, ela SABE viver (o presente) e é livre para fazer o que quiser durante seu tempo aqui.
Aliás, na natureza há muitas coisas que podem nos reconfortar ou fazer pensar no AGORA...Que se você parar, só um segundo, para pensar é o que realmente importa, porque o FUTURO é somente a consequência do PRESENTE que, então, vira PASSADO.
PS: Medos são apenas reações que seu cérebro provoca ao ver algo que pode ou não ter te traumatizado no passado, mas isso é um caminho e como tudo na vida tem escolhas...No seu cérebro o estímulo também pode ir pela direita ou esquerda, cima ou baixo na bifurcação...*Pesquisei após ter escrito >>M.E.D.O<< e descobri que tem algumas terapias que podem ajudar a perdê-los...Para os que se interessarem aqui vai a mais interessante (minha opinião, obviamente): Programação Neuro-linguística ou PNL.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
>>M.E.D.O<<
Hoje eu percebi que o MEDO nos trava, nos paralisa, mesmo que iconscientemente...Nos fechamos para todas as possibilidades a nosso redor, porque tememos as consequências. E, isso nos leva a não ter o que queremos e pedimos em nossas vidas. Mas, no entanto, continuamos o sentindo em diversas situações, inúmeras vezes, incontáveis oportunidades perdidas por uma simples palavrinha de quatro letras M-E-D-O...
Não importa o tamanho ou intensidade desse, porque sempre te faz pensar de forma muito negativa nas consequências...E, quanto mais você se segura para não tê-lo, mais ele te surpreende enchendo sua cabeça e não te largando, assim como um chiclete no sapato.
Passei horas e horas ponderando sobre todos os meus medos e se eles são verdadeiros ou fruto de lembranças de outras pessoas e cheguei a conclusão de que com algum esforço com o passar dos anos me livrei de alguns deles...pensando em quão estúpidos eram e, obviamente, no objetivo final...
Quando era pequena, eu AMAVA dar estrelinha. Atualmente, eu travo toda a vez que tento...Então um dia minha professora de dança da faculdade disse: - Camila, você tem medo do chão!!! E me expressei convicta: Claro que não!!! Todos os meus amigos concordaram comigo dando exemplos para a professora das coisas que eu fazia na aula dela...E, ela não tocou mais no assunto...Mas, eu, no entanto, não consegui tirar aquelas cinco palavras da frase da cabeça...E cheguei a conclusão de que talvez ela estivesse certa, em certo ângulo. Pois, eu me jogo no chão para fazer os movimentos da aula sem medo de machucar...Mas se tiver alguma relação com a cabeça (cabeça para baixo) eu PIRO!!! O que me recorda que numa aula de educação física no primário a prova foi fazer parada de mão na parede, sendo que ninguém NUNCA tinha feito aquilo na vida, enfim, o professor colocou um colchão daqueles azuis em frente a parede e mandava a gente ir e segurava a perna de cada um contra a parede para ajudar, na minha vez ele se distraiu (eu acho)e eu cai de cabeça no chão...Tá aí a origem do meu problema/medo...E agora, o que eu faço com isso??? Alguém sabe???
>>Se souberem de algum cdzinho, terapia, hipnotismo, whatever, me avisem<<
PS: Quero muito poder voltar a dar cambalhota pra frente, estrelinha, back flip, essas coisas... :)
PPS: Cara, ao invés de enviar esse post a semanas atrás, eu salvei como rascunho...sem querer...Portanto, o HOJE não é hoje, mas tá valendo...
pppS: Tomei vergonha na cara e tô começando a dar estilo para o blog...Novo header (feito em pouco segundos, portanto sem críticas...lol)Quando tiver mais tempo, faço um melhor!!!
Bjsliguemmeplz, güwres!!!
Não importa o tamanho ou intensidade desse, porque sempre te faz pensar de forma muito negativa nas consequências...E, quanto mais você se segura para não tê-lo, mais ele te surpreende enchendo sua cabeça e não te largando, assim como um chiclete no sapato.
Passei horas e horas ponderando sobre todos os meus medos e se eles são verdadeiros ou fruto de lembranças de outras pessoas e cheguei a conclusão de que com algum esforço com o passar dos anos me livrei de alguns deles...pensando em quão estúpidos eram e, obviamente, no objetivo final...
Quando era pequena, eu AMAVA dar estrelinha. Atualmente, eu travo toda a vez que tento...Então um dia minha professora de dança da faculdade disse: - Camila, você tem medo do chão!!! E me expressei convicta: Claro que não!!! Todos os meus amigos concordaram comigo dando exemplos para a professora das coisas que eu fazia na aula dela...E, ela não tocou mais no assunto...Mas, eu, no entanto, não consegui tirar aquelas cinco palavras da frase da cabeça...E cheguei a conclusão de que talvez ela estivesse certa, em certo ângulo. Pois, eu me jogo no chão para fazer os movimentos da aula sem medo de machucar...Mas se tiver alguma relação com a cabeça (cabeça para baixo) eu PIRO!!! O que me recorda que numa aula de educação física no primário a prova foi fazer parada de mão na parede, sendo que ninguém NUNCA tinha feito aquilo na vida, enfim, o professor colocou um colchão daqueles azuis em frente a parede e mandava a gente ir e segurava a perna de cada um contra a parede para ajudar, na minha vez ele se distraiu (eu acho)e eu cai de cabeça no chão...Tá aí a origem do meu problema/medo...E agora, o que eu faço com isso??? Alguém sabe???
>>Se souberem de algum cdzinho, terapia, hipnotismo, whatever, me avisem<<
PS: Quero muito poder voltar a dar cambalhota pra frente, estrelinha, back flip, essas coisas... :)
PPS: Cara, ao invés de enviar esse post a semanas atrás, eu salvei como rascunho...sem querer...Portanto, o HOJE não é hoje, mas tá valendo...
pppS: Tomei vergonha na cara e tô começando a dar estilo para o blog...Novo header (feito em pouco segundos, portanto sem críticas...lol)Quando tiver mais tempo, faço um melhor!!!
Bjsliguemmeplz, güwres!!!
sexta-feira, 31 de julho de 2009
>>DISCO upupup upupup FRIENDS<<
Festa com os amigos, copo vai, copo vem e, estão todos bêbados...A barulheira da música no som acopla-se a do karaokê (com bêbados "cantando") mais as fofocas imperdíveis espalhadas aos quatro ventos que são típicas de festas com os amigos, na sala apertada de um deles.
Porém, hoje, sinto-me sufocada aqui dentro e vou buscar ar no quintal atrás da casa. O céu está estrelado como nunca havia conseguido ver antes na poluição da minha rua, na visão limitada da varanda do meu apartamento. Resolvo deitar-me então naquela grama verde, tão verde... Não me admira que também seja macia assim que encosto minhas costas nela. Olho para o céu estrelado, contemplando-o. Em momentos como esses é que penso, como gostaria de ter alguém para dividir esse instante. Porque apesar de estar no lugar que, provavelmente, tem mais pessoas por metro quadrado a esta hora, na verdade, não estou com nenhuma delas.
De repente, escuto passos e quando olho para o meu lado, ela está ali, sentada vacilando o olhar entre o céu e eu. Pergunta-me, então: - Veio olhar as estrelas???
Digo: - Não!!! Vim sentir o silêncio. Ela meneia a cabeça sem entender. Digo-lhe para deitar ao meu lado e observar as estrelas sem se preocupar com mais nada. Obediente, ela o faz. Porém, nem três segundos se passam para que exclame: - Uau!!!Posso ouvir as cigarras e os gafanhotos!!!
Isso me faz gargalhar, ela, no entanto, não compreende. - Você deitou ao meu lado para experimentar o silêncio e a primeira coisa que fez foi buscar um som nele e indicá-lo em voz alta provocando assim outra quebra naquele.
Ela ri também... E, num movimento rápido e delicado me surprende encostando seus lábios nos meus, mas logo se arrepende e afasta-se...Deita novamente e encara o céu como se fosse o último pedaço do mundo que existisse e estivesse tentando memorizá-lo para a eternidade...Eu, sem saber o que fazer ou dizer ou sentir, escorrego minha mão por sobre seu corpo e deslizo até seu rosto, olho-a intensamente e me permito dividir um momento com alguém.
Depois de um tempo, como sempre acontecem nessas situações, nenhum de nós sabe como se comportar, portanto nos levantamos e entramos na casa...Curtimos a festa, SE-PA-RA-DA-MEN-TE...E, quando estou indo embora, ao ver a expressão de seu rosto, não resisto e dou-lhe um beijo rápido, puxo sua mão e escrevo o número de meu telefone e, simplesmente VOU...
(SOM) Meu despertador toca, tento desligá-lo e não consigo...Quando olho o display vejo que tenho uma mensagem em meu celular que diz:
"Desequilibrada!!! É assim que me sinto toda vez que te vejo! Sinto como se estivesse em cima de uma trave bem estreita e a gravidade estivesse puxando-me cada vez mais para o chão, tento me controlar, me equilibrar, mas quando olho para você, seu sorriso, seu olho, seu corpo, sei que não posso mais lutar e, nesse lampejo de segundos caio. Você, ao contrário do que poderia imaginar, me deixa ali, exposta, arrasada, para que todos possam me ver e rir de mim. Corro atrás de você e o puxo tão forte que lhe arranco a camisa, mas você nem liga e...vai embora.
Espero nunca mais te ver, lembro-me como se fosse hoje, foi a última coisa que me disseste. No entanto, aqui estamos nós de novo. Você só não sabe ainda, mas me ama!!!"
Giro-me para o outro lado da cama e lá está ela, sorrindo para mim...
PS: Tentei, juro, fazer uma ordem cronológica nos meus posts aqui, mas quando começei a escrever sobre "respostas", descobri que o poema da Marinex no blog dela (CaretaVC)já falava um pouco sobre isso, portanto comentei lá mesmo...Enfim, podem ficar de mal se quiserem, mas me inspirei para escrever uma ficção e, não queria ser repetitiva...Qualquer coisa, mandem um sinal de fumaça que eu escrevo o >>RESPOSTAS<<, porque eu não resisto as carinhas tristes (gatinho do Shrek)...
Camila Rial
Porém, hoje, sinto-me sufocada aqui dentro e vou buscar ar no quintal atrás da casa. O céu está estrelado como nunca havia conseguido ver antes na poluição da minha rua, na visão limitada da varanda do meu apartamento. Resolvo deitar-me então naquela grama verde, tão verde... Não me admira que também seja macia assim que encosto minhas costas nela. Olho para o céu estrelado, contemplando-o. Em momentos como esses é que penso, como gostaria de ter alguém para dividir esse instante. Porque apesar de estar no lugar que, provavelmente, tem mais pessoas por metro quadrado a esta hora, na verdade, não estou com nenhuma delas.
De repente, escuto passos e quando olho para o meu lado, ela está ali, sentada vacilando o olhar entre o céu e eu. Pergunta-me, então: - Veio olhar as estrelas???
Digo: - Não!!! Vim sentir o silêncio. Ela meneia a cabeça sem entender. Digo-lhe para deitar ao meu lado e observar as estrelas sem se preocupar com mais nada. Obediente, ela o faz. Porém, nem três segundos se passam para que exclame: - Uau!!!Posso ouvir as cigarras e os gafanhotos!!!
Isso me faz gargalhar, ela, no entanto, não compreende. - Você deitou ao meu lado para experimentar o silêncio e a primeira coisa que fez foi buscar um som nele e indicá-lo em voz alta provocando assim outra quebra naquele.
Ela ri também... E, num movimento rápido e delicado me surprende encostando seus lábios nos meus, mas logo se arrepende e afasta-se...Deita novamente e encara o céu como se fosse o último pedaço do mundo que existisse e estivesse tentando memorizá-lo para a eternidade...Eu, sem saber o que fazer ou dizer ou sentir, escorrego minha mão por sobre seu corpo e deslizo até seu rosto, olho-a intensamente e me permito dividir um momento com alguém.
Depois de um tempo, como sempre acontecem nessas situações, nenhum de nós sabe como se comportar, portanto nos levantamos e entramos na casa...Curtimos a festa, SE-PA-RA-DA-MEN-TE...E, quando estou indo embora, ao ver a expressão de seu rosto, não resisto e dou-lhe um beijo rápido, puxo sua mão e escrevo o número de meu telefone e, simplesmente VOU...
(SOM) Meu despertador toca, tento desligá-lo e não consigo...Quando olho o display vejo que tenho uma mensagem em meu celular que diz:
"Desequilibrada!!! É assim que me sinto toda vez que te vejo! Sinto como se estivesse em cima de uma trave bem estreita e a gravidade estivesse puxando-me cada vez mais para o chão, tento me controlar, me equilibrar, mas quando olho para você, seu sorriso, seu olho, seu corpo, sei que não posso mais lutar e, nesse lampejo de segundos caio. Você, ao contrário do que poderia imaginar, me deixa ali, exposta, arrasada, para que todos possam me ver e rir de mim. Corro atrás de você e o puxo tão forte que lhe arranco a camisa, mas você nem liga e...vai embora.
Espero nunca mais te ver, lembro-me como se fosse hoje, foi a última coisa que me disseste. No entanto, aqui estamos nós de novo. Você só não sabe ainda, mas me ama!!!"
Giro-me para o outro lado da cama e lá está ela, sorrindo para mim...
PS: Tentei, juro, fazer uma ordem cronológica nos meus posts aqui, mas quando começei a escrever sobre "respostas", descobri que o poema da Marinex no blog dela (CaretaVC)já falava um pouco sobre isso, portanto comentei lá mesmo...Enfim, podem ficar de mal se quiserem, mas me inspirei para escrever uma ficção e, não queria ser repetitiva...Qualquer coisa, mandem um sinal de fumaça que eu escrevo o >>RESPOSTAS<<, porque eu não resisto as carinhas tristes (gatinho do Shrek)...
Camila Rial
sábado, 25 de julho de 2009
>>PERGUNTE-SE<<
Às vezes me pergunto: alguém realmente lê o que escrevo??? Estarei eu falando para as paredes personalizadas do blogger??? Minhas palavras se perdem no vento??? Ou encontram sentido nos ouvidos de alguém???
Tantas perguntas que, assim como essas, permeiam minha existência. Será que vale a pena?? Perder (ou ganhar) horas do seu dia-a-dia se questionando sobre certos aspectos da vida??? Se sim, então porque toda vez que o fazemos nos sentimos tristes e angustiados, talvez até, solitários??? Porque pessoas no poder usam dos imperativos como, cale a boca, toda vez que alguém levanta-se e reage, pergunta, questiona???
Será que essa forma de agir incentiva os alunos, o povo, os filhos a crescerem e lutarem??? A quererem um mundo melhor???
Gosto de pensar que faço minha parte, mas nem sempre posso afirmar isso. Porque, mesmo sentindo-se mal de ficar no ócio não conseguimos ter coragem e lutar contra a inércia??? E ajudar alguém de alguma forma, nem que seja mandar um scrap para algum amigo que você sabe gostar de recebê-los??? Porque, às vezes, é tão difícil??? Porque não consiguo dizer o que realmente quero??? Será medo??? Será, porque talvez nem eu mesma saiba o que quero dizer ou se quero???
Me questiono se algum dia isso mudará??? Algum dia serei confiante o bastante to speak my mind??? ABERTAMENTE???Sem medo ou seja lá o que for das consequências???Hãn?
De vez em quando, é preciso perguntar-se certas coisas, sem receio do que as respostas podem significar para você, OK???
Tantas perguntas que, assim como essas, permeiam minha existência. Será que vale a pena?? Perder (ou ganhar) horas do seu dia-a-dia se questionando sobre certos aspectos da vida??? Se sim, então porque toda vez que o fazemos nos sentimos tristes e angustiados, talvez até, solitários??? Porque pessoas no poder usam dos imperativos como, cale a boca, toda vez que alguém levanta-se e reage, pergunta, questiona???
Será que essa forma de agir incentiva os alunos, o povo, os filhos a crescerem e lutarem??? A quererem um mundo melhor???
Gosto de pensar que faço minha parte, mas nem sempre posso afirmar isso. Porque, mesmo sentindo-se mal de ficar no ócio não conseguimos ter coragem e lutar contra a inércia??? E ajudar alguém de alguma forma, nem que seja mandar um scrap para algum amigo que você sabe gostar de recebê-los??? Porque, às vezes, é tão difícil??? Porque não consiguo dizer o que realmente quero??? Será medo??? Será, porque talvez nem eu mesma saiba o que quero dizer ou se quero???
Me questiono se algum dia isso mudará??? Algum dia serei confiante o bastante to speak my mind??? ABERTAMENTE???Sem medo ou seja lá o que for das consequências???Hãn?
De vez em quando, é preciso perguntar-se certas coisas, sem receio do que as respostas podem significar para você, OK???
sábado, 18 de julho de 2009
>>FANNY PAK<<
Durante algum tempo, venho buscando postar algo substancioso aqui, porém toda vez que entro na internet e não tenho nada específico para fazer como pesquisas e trabalhos para a faculdade, logo me perco nessa teia (WEB), ela me prende para que eu não possa escapar.
Porém nessas semanas, tive uma fixação absurda. Sempre que estava ONLINE me direcionava à mesma página (YOUTUBE) para ver o mesmo vídeo, ou pelo menos, da mesma pessoa. Ou buscar, cada vez mais, vídeos desta e descobrir mais coisas. Foi virando uma obsessão incrível e inexplicável. E, o pior de tudo é que quando mostrava o vídeo para alguém, ninguém entendia minha fixação por ele.
Hoje, porém descobri que nem eu a entendo muito bem...
Porque isso acontece de vez em quando com determinadas coisas??? Porque nos vemos forçados a fazer algo que nem entendemos o porquê??? Será esse um poder secreto da WEB/teia??? Porque ela sempre quer me puxar para dentro de si???E me cercar???E me prender???
Sabe, temos coisas mais importantes a fazer mais alguma voz nos chama para dentro dela, mesmo sabendo que é perda de tempo, etc...etc...etc...Nós a escutamos, nós a atendemos e depois, quase sempre, nos arrependemos...E choramingamos pelo tempo precioso perdido.
Terça estava assistindo um filme (Coraline) de madrugada que me alertou para essa obsessão e me fez refletir muito... Aliás, muito medo de botões depois de ver este.
Enfim, para os curiosos deixo aqui o nome da minha obsessão/fixação e espero que se alguém a entender me explique para que eu tenho uma espécie de "EUREKA!" :
...FANNY PAK...

PS: É isso...O pior post de minha vida...Recheado da minha maior obsessão/fixação atual...
PPS: Ok, por causa desse post acabei de ficar mais obsecada...
PPPS: Pra quem quiser ver um dos vídeos (eles são muito BONS), eis aqui o link:
http://www.youtube.com/watch?v=50DSPDu-06w
Porém nessas semanas, tive uma fixação absurda. Sempre que estava ONLINE me direcionava à mesma página (YOUTUBE) para ver o mesmo vídeo, ou pelo menos, da mesma pessoa. Ou buscar, cada vez mais, vídeos desta e descobrir mais coisas. Foi virando uma obsessão incrível e inexplicável. E, o pior de tudo é que quando mostrava o vídeo para alguém, ninguém entendia minha fixação por ele.
Hoje, porém descobri que nem eu a entendo muito bem...
Porque isso acontece de vez em quando com determinadas coisas??? Porque nos vemos forçados a fazer algo que nem entendemos o porquê??? Será esse um poder secreto da WEB/teia??? Porque ela sempre quer me puxar para dentro de si???E me cercar???E me prender???
Sabe, temos coisas mais importantes a fazer mais alguma voz nos chama para dentro dela, mesmo sabendo que é perda de tempo, etc...etc...etc...Nós a escutamos, nós a atendemos e depois, quase sempre, nos arrependemos...E choramingamos pelo tempo precioso perdido.
Terça estava assistindo um filme (Coraline) de madrugada que me alertou para essa obsessão e me fez refletir muito... Aliás, muito medo de botões depois de ver este.
Enfim, para os curiosos deixo aqui o nome da minha obsessão/fixação e espero que se alguém a entender me explique para que eu tenho uma espécie de "EUREKA!" :
...FANNY PAK...

PS: É isso...O pior post de minha vida...Recheado da minha maior obsessão/fixação atual...
PPS: Ok, por causa desse post acabei de ficar mais obsecada...
PPPS: Pra quem quiser ver um dos vídeos (eles são muito BONS), eis aqui o link:
http://www.youtube.com/watch?v=50DSPDu-06w
sexta-feira, 19 de junho de 2009
>> SER ERRANTE <<
Sabe quando você diz para você mesmo que não é capaz de fazer algo, sem ao menos se dar ao trabalho de TENTAR. Enfim, me peguei fazendo isso já faz, mais ou menos, umas quatro semanas. Adiando, adiando, A-DI-AN-DO!!! Então, hoje depois de protelar durante horas a fio, decidi que já estava no momento de parar de desenhar linhas em volta de mim, que ao invés do que imagina não me protegem, só me afastam por tempo indeterminado de um problema/solução, do meu MEDO de errar, falhar, sofrer. Mas, que, no entanto acabam me deixando mais próxima dele, pois quanto mais coloco algo para adiante, mais penso nisso, me culpo por não estar fazendo o que devia e, ao mesmo tempo não me divirto fazendo o que decidi para poder tirar minha mente do que realmente deveria estar fazendo.
Portanto HOJE, sentei-me ao computador, forçei-me a não sair da frente dele até que conseguisse e não me distrair com outras coisas...E descobri que sou capaz, muito mais do que poderia sonhar. E me senti bem, TÃO bem. Que gostaria de deixar uma sugestão para vocês, meus leitores (se é que ainda tenho algum), dedique um dia para vocês, aprender algo novo, se descobrir, "quebrar a cabeça" até que consiga fazer algo que queira de verdade e não se sinta capaz de fazer. Sabe, porquê??? A vida é pequena demais para se colocar esse padrão de vida de nunca ERRAR, até porque, errar de vez em quase sempre é bom. Nos ensina e MUITO!!!(Sei que isso parece um clichê, mas eles normalmente são verdadeiros...) Vamos lá, VOCÊ, não tem nada a perder ao fazer isso, mas se não fizer pensará sua vida inteira em como poderia ter sido, se arrependerá. Viverá a vida dos SE´s...Vida esta que não desejo a ninguém.
Seja errante, pelo menos, num instante. Talvez até ganhe tempo suficiente para sê-lo mais vezes, pois, nesse caso, o ser errante é o mesmo que ser humano, ou seja, VOCÊ!!!
Camila Rial
Portanto HOJE, sentei-me ao computador, forçei-me a não sair da frente dele até que conseguisse e não me distrair com outras coisas...E descobri que sou capaz, muito mais do que poderia sonhar. E me senti bem, TÃO bem. Que gostaria de deixar uma sugestão para vocês, meus leitores (se é que ainda tenho algum), dedique um dia para vocês, aprender algo novo, se descobrir, "quebrar a cabeça" até que consiga fazer algo que queira de verdade e não se sinta capaz de fazer. Sabe, porquê??? A vida é pequena demais para se colocar esse padrão de vida de nunca ERRAR, até porque, errar de vez em quase sempre é bom. Nos ensina e MUITO!!!(Sei que isso parece um clichê, mas eles normalmente são verdadeiros...) Vamos lá, VOCÊ, não tem nada a perder ao fazer isso, mas se não fizer pensará sua vida inteira em como poderia ter sido, se arrependerá. Viverá a vida dos SE´s...Vida esta que não desejo a ninguém.
Seja errante, pelo menos, num instante. Talvez até ganhe tempo suficiente para sê-lo mais vezes, pois, nesse caso, o ser errante é o mesmo que ser humano, ou seja, VOCÊ!!!
Camila Rial
segunda-feira, 25 de maio de 2009
>> LEICOCK HITCHVITZ<<
Venho aqui declarar meu amor pela fotográfa incrível que é Annie Leibovitz. Em um de seus ensaios fotográficos do ano passado para revista Vanity Fair ela recria os posters de filmes do Hitchcock.
Assim como o cineasta em questão era rigoroso nos detalhes, também é a equipe dela na revista. E o que é mais interessante observar é que o que faz dessas cenas tão impressionantes é que no filme elas não duram muito, mas marcaram toda uma geração tornando-se clássicos do cinema. Não precisando nem de um segundo para identificar a qual filme elas pertencem. Mesmo para queles que nunca assistiram a tais filmes.
Mas, voltando ao foco principal, Annie é uma retratista que se notabilizou pela coloboração íntima entre fotográfo e fotografado. Começou a se interessar por fotografia quando foi visitar sua família que naquela época vivia nas Filipinas. Ela, segue então sua carreira muito jovem na Revista Rolling Stone sendo depois intitulada chefe de fotografia da mesma. Nos anos que se seguiram, ela se tornou a primeira colaboradora da Vanity Fair e faz várias sessões-fashion para a Vogue. Ou seja, não se pode negar seu talento e notariedade.
Além de ser uma excelente fotográfa engajada politicamente e ao mesmo tempo fazer ensaios para revistas pop com celebridades, ela me inspira a me tornar uma fotográfa. Quando iniciei no curso de fotografia queria aprimorar minha técnica ou falta de e treinar meu olhar, mas ao invés ou quem sabe ao mesmo tempo que isso acontecia, eu descobri que minha paixão por ela era mais uma identificação do que quero ser. E então, descobri que não quero continuar fazendo as fotos de paisagens que, talvez, por falta de opção fazia, porque é muito fácil captar a beleza da natureza, ela não é contestável. E o que quero é DESAFIO, tanto para mim quanto para o espectador de MINHA ARTE. Vou fazer fotografia de editorias de moda, assim como Annie.
Enfim, não sei mais como expressar em palavras tudo o que sinto cada vez que vejo uma foto, capa de revista dela. Ela me persegue em todos os lugares que vou e olho...E espero que assim continue. Mas, não quero mais tê-la só para mim, não quero ser egoísta, por isso, decidi dividí-la com o mundo ao meu redor. Portanto, aqui vão as fotos em questão:
PSICOSE
Marion Cotillard
Janet Leigh
Sequência de Psicose - Marion Cotillard.
JANELA INDISCRETA
Grace Kelly e James Stewart.
Scarlett Johansson e Javier Bardem.
PS: Se quiser ver a foto maior, clique na imagem.
PPS: Um post mais despreocupado, para relaxar.
Assim como o cineasta em questão era rigoroso nos detalhes, também é a equipe dela na revista. E o que é mais interessante observar é que o que faz dessas cenas tão impressionantes é que no filme elas não duram muito, mas marcaram toda uma geração tornando-se clássicos do cinema. Não precisando nem de um segundo para identificar a qual filme elas pertencem. Mesmo para queles que nunca assistiram a tais filmes.
Mas, voltando ao foco principal, Annie é uma retratista que se notabilizou pela coloboração íntima entre fotográfo e fotografado. Começou a se interessar por fotografia quando foi visitar sua família que naquela época vivia nas Filipinas. Ela, segue então sua carreira muito jovem na Revista Rolling Stone sendo depois intitulada chefe de fotografia da mesma. Nos anos que se seguiram, ela se tornou a primeira colaboradora da Vanity Fair e faz várias sessões-fashion para a Vogue. Ou seja, não se pode negar seu talento e notariedade.
Além de ser uma excelente fotográfa engajada politicamente e ao mesmo tempo fazer ensaios para revistas pop com celebridades, ela me inspira a me tornar uma fotográfa. Quando iniciei no curso de fotografia queria aprimorar minha técnica ou falta de e treinar meu olhar, mas ao invés ou quem sabe ao mesmo tempo que isso acontecia, eu descobri que minha paixão por ela era mais uma identificação do que quero ser. E então, descobri que não quero continuar fazendo as fotos de paisagens que, talvez, por falta de opção fazia, porque é muito fácil captar a beleza da natureza, ela não é contestável. E o que quero é DESAFIO, tanto para mim quanto para o espectador de MINHA ARTE. Vou fazer fotografia de editorias de moda, assim como Annie.
Enfim, não sei mais como expressar em palavras tudo o que sinto cada vez que vejo uma foto, capa de revista dela. Ela me persegue em todos os lugares que vou e olho...E espero que assim continue. Mas, não quero mais tê-la só para mim, não quero ser egoísta, por isso, decidi dividí-la com o mundo ao meu redor. Portanto, aqui vão as fotos em questão:
PSICOSE
Marion Cotillard
Janet Leigh
Sequência de Psicose - Marion Cotillard.JANELA INDISCRETA
Grace Kelly e James Stewart.
Scarlett Johansson e Javier Bardem.PS: Se quiser ver a foto maior, clique na imagem.
PPS: Um post mais despreocupado, para relaxar.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
>>PRISÃO ESPACIAL<<
Levantei-me, hoje pela manhã, já lutando contra a Gravidade que novamente insistia em me fazer permanecer deitada, além da já costumeira Preguiça. Aliás acredito que ambas devem ser irmãs de mesmo pai e mãe pela capacidade que tem em me prender e me manter imóvel e passiva as suas ações. Não tive nem tempo de me despedir do meu mundo fantasioso, contar até cinco e aproveitar aquele momento e já finquei os pés no chão.
Após esse grande evento, me arrumei sentindo meu corpo pesado. Era a Gravidade que continuava a atuar sobre mim e fui caminhando nessa luta em direção ao ponto de ônibus. Corri, corri, corri e por um breve segundo venci a Gravidade, quase voei. Mas, não. Ela me forçou a fincar, mais uma vez, os pés no chão.
Quando adentrei a faculdade que nenhuma relação tem com as tias Delícias, a Gravidade me lembra novamente qual é o meu lugar e não me deixa nem curtir meu mundo onírico, sem piedade me acorda na aula de dança - processos e modalidades para a Consciência, esta que cisma em nunca deixar passar nada por mim, que me mantem acordada, que me faz ser aquilo que sou e pertencer ao mundo que pertenço.
Só então, sinto que difícil será continuar combatendo as irmãs Preguiça e Gravidade, pois elas sempre se mostram mais forte que eu e a Consciência ela rouba meu sono, minha vida e me afasta das tias Delícia.
Sou forçada por uma medida autoritária da Consciência, apesar de estar lutando e por alguns breves momentos com os primos Música e Silêncio ter desfrutado tanto das tias Delícias quanto da irmã gêmea "malvada" (In)Consciência, a esperar pela professora de Arte e Antropologia I que já estava atrasada fazia alguns bons minutos, provavelmente brigando com a Gravidade e a Preguiça. E então as Delícias se despedem de mim, e todos os outros familiares acima mencionados se exploraram da minha acomodação e senso de conformismo. Assim que percebo, tento resistir, transformar aquela aula que acabou de começar em algo prazeroso, algo menos humano, menos terrestre, mais experimental, delicioso...Mas, é em vão, pois a aula já está acabando e a Consciência me desperta para todos os problemas que devo resolver durante o dia, desço os 11 andares com as pernas tremulas e o corpo num interior gelado que dá até calafrios e me dirigo para o Centro. Recebo uma ligação de minha mãe que faz a Delícia tentar voltar para mim...Chego em casa já me sentindo um pouco melhor, mais saudável, talvez possa até dizer, mais feliz!!!
Porque exatamente no considerado pior momento a Consciência decide sempre bater a minha porta e me lembrar de algo que passo o dia tentando esquecer(???), talvez nem tanto, só colocar de lado para que não sinta meu coração pulsar em câmera lenta dando espaço para que meus pelos se arrepiem, minha pele se esfrie e minha vida se esvazie de...MIM.
Camila Rial.
PS: Estava sentindo falta de escrever aqui e sempre...
Após esse grande evento, me arrumei sentindo meu corpo pesado. Era a Gravidade que continuava a atuar sobre mim e fui caminhando nessa luta em direção ao ponto de ônibus. Corri, corri, corri e por um breve segundo venci a Gravidade, quase voei. Mas, não. Ela me forçou a fincar, mais uma vez, os pés no chão.
Quando adentrei a faculdade que nenhuma relação tem com as tias Delícias, a Gravidade me lembra novamente qual é o meu lugar e não me deixa nem curtir meu mundo onírico, sem piedade me acorda na aula de dança - processos e modalidades para a Consciência, esta que cisma em nunca deixar passar nada por mim, que me mantem acordada, que me faz ser aquilo que sou e pertencer ao mundo que pertenço.
Só então, sinto que difícil será continuar combatendo as irmãs Preguiça e Gravidade, pois elas sempre se mostram mais forte que eu e a Consciência ela rouba meu sono, minha vida e me afasta das tias Delícia.
Sou forçada por uma medida autoritária da Consciência, apesar de estar lutando e por alguns breves momentos com os primos Música e Silêncio ter desfrutado tanto das tias Delícias quanto da irmã gêmea "malvada" (In)Consciência, a esperar pela professora de Arte e Antropologia I que já estava atrasada fazia alguns bons minutos, provavelmente brigando com a Gravidade e a Preguiça. E então as Delícias se despedem de mim, e todos os outros familiares acima mencionados se exploraram da minha acomodação e senso de conformismo. Assim que percebo, tento resistir, transformar aquela aula que acabou de começar em algo prazeroso, algo menos humano, menos terrestre, mais experimental, delicioso...Mas, é em vão, pois a aula já está acabando e a Consciência me desperta para todos os problemas que devo resolver durante o dia, desço os 11 andares com as pernas tremulas e o corpo num interior gelado que dá até calafrios e me dirigo para o Centro. Recebo uma ligação de minha mãe que faz a Delícia tentar voltar para mim...Chego em casa já me sentindo um pouco melhor, mais saudável, talvez possa até dizer, mais feliz!!!
Porque exatamente no considerado pior momento a Consciência decide sempre bater a minha porta e me lembrar de algo que passo o dia tentando esquecer(???), talvez nem tanto, só colocar de lado para que não sinta meu coração pulsar em câmera lenta dando espaço para que meus pelos se arrepiem, minha pele se esfrie e minha vida se esvazie de...MIM.
Camila Rial.
PS: Estava sentindo falta de escrever aqui e sempre...
quinta-feira, 7 de maio de 2009
>>FUGACIDADE EFÊMERA<<
Passamos a maior parte do nosso dia fazendo viagens, sendo elas reais e/ou imaginárias. De manhã entramos no ônibus, metrô, carro, trem, charrete...e seguimos em direção ao trabalho, escola, curso...<=>viagem física, mas quando lá estamos sempre pensamos em outra coisa enquanto escutamos nossos mp3, ipod, rádio ou conversamos com alguém que compartilha da viagem conosco (sem realmente ouvir) ou que está ao telefone celular (fingindo escutar)...<=>viagem onírica. Ou seja, nos transportes desfrutamos das duas, simultaneamente.
Depois, quando chegamos ao nosso destino vamos nos distrair novamente com coisas sem sentido e não nos interessar tanto com aquilo que realmente importa ou o que devemos fazer naquele determinado local, "FUGIMOS" criando uma realidade paralela para que não sejamos entediados...porém, às vezes, ficamos presos nesse mundo próprio como uma lagarta no casulo que só está esperando asas para voar para a realidade...Essa prisão pode ser de fios de seda, fáceis de romper, mas de vez em quando são de aço, irremovíveis sem ajuda. (Mas será que queremos mesmo voltar à realidade??? Será que conseguiremos fugir desse culto a fuga como única solução para nossos problemas???)
Então, seguindo nossa trajetória fazemos o mesmo caminho de volta à casa e vamos dormir que nada mais é do que a maior viagem, pois não só é permitida, como recomendada.
Portanto, não consigo acreditar que ainda existem pessoas que querem se drogar como uma mera forma de fugacidade...Se o que fazemos durante nossa existência é pura e simplesmente uma enorme fuga efêmera.
Para não perder o hábito, uma pergunta rápida, no entanto complexa para se questionar durante o dia: "Do que estas fugindo, caro leitor???"
Camila Rial
Depois, quando chegamos ao nosso destino vamos nos distrair novamente com coisas sem sentido e não nos interessar tanto com aquilo que realmente importa ou o que devemos fazer naquele determinado local, "FUGIMOS" criando uma realidade paralela para que não sejamos entediados...porém, às vezes, ficamos presos nesse mundo próprio como uma lagarta no casulo que só está esperando asas para voar para a realidade...Essa prisão pode ser de fios de seda, fáceis de romper, mas de vez em quando são de aço, irremovíveis sem ajuda. (Mas será que queremos mesmo voltar à realidade??? Será que conseguiremos fugir desse culto a fuga como única solução para nossos problemas???)
Então, seguindo nossa trajetória fazemos o mesmo caminho de volta à casa e vamos dormir que nada mais é do que a maior viagem, pois não só é permitida, como recomendada.
Portanto, não consigo acreditar que ainda existem pessoas que querem se drogar como uma mera forma de fugacidade...Se o que fazemos durante nossa existência é pura e simplesmente uma enorme fuga efêmera.
Para não perder o hábito, uma pergunta rápida, no entanto complexa para se questionar durante o dia: "Do que estas fugindo, caro leitor???"
Camila Rial
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